quarta-feira, 3 de novembro de 2010


Que todo mundo tenha um amor quentinho. Descanso pro complicado do mundo. Surpresa pra rotina dos dias. A quem esperar. De quem sentir saudades. Um nome entre todos. O verso mais bonito. A música que não se esquece. O par pra toda dança. Por quem acordar. Com quem sonhar antes de dormir. Uma mão pra segurar, um ombro pra deitar, um abraço pra morar. Um tema pra toda história. Uma certeza pra toda dúvida. Janela acesa em noite escura. Cais onde aportar. Bonança, depois da tempestade. Uma vida costurar na sua, com o fio comprido do tempo.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

a carencia me faz imaginar nois dois.



…Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa, avariada.
Eu sei,não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Telvez este seja o ponto. Talvez eu Não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu patio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória,sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada.
Não era amor,era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. NÃO ERA AMOR, ERA MELHOR”

(!)



Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo.
Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele.
Sou inconstante e talvez imprevisível.
Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras.
Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo.
São poucas as pessoas pra quem eu me explico...

A impontualidade do amor


Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.

Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?

Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.

O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.

O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.

A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.

sábado, 30 de outubro de 2010

quem nunca ...




ficou fazendo planos deitado na cama antes de dormir ? Quem nunca leu e releu um histórico de msn e lembrou como se fosse na hora ? Quem nunca viu uma foto e pensou como seria se você tivesse lá ? Quem nunca quis voltar no tempo pra corrigir o que ficou como medo de fazer ? Quem nunca precisou ouvir um elogio pra se sentir bem ? Quem nunca falou alguma coisa e se arrependeu depois ? Quem nunca teve um sonho perfeito e ficou chateado de ter acordado ? Quem nunca ouviu uma música e lembrou de alguém ? Quem nunca olhou pra o celular achando que era ele e era sua mãe ? Quem nunca ficou bolada por um motivo ridículo e prometeu que não ia mais gostar de quem te fez sofrer mas foi em vão ? Quem nunca se iludiu ? Quem nunca teve vontade de sumir e só voltar quando tudo tivese bem ? Quem nunca viu um filme de romance e quis ser feliz para sempre ? Quem nunca quis ser feliz pra TODO sempre ..

nascer na babilonia.


Eu vim do nada, mas não sou nada como: NADA
Nada, como ninguém pensou que eu era alguma coisa
Nada, como chamado todos os dias pelo "livro"
Mas eu respiro uma segunda chance
Eu nunca dei uma segunda olhada
Eu falo para mim mesmo
Não deixe isso chegar até a mim
Porque o melhor que eles tem não está me impressionando
Então não há renúncia pegue o melhor de mim
Enquanto eles olhavam para minhas palavras,
perderam o melhor de mim ...

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Fome Zero e Cesta básica.



Cerca de 24.000 de pessoas morrem de fome diariamente no Brasil, tres quatro dessas mortes dão em crianças com menos de cinco anos.
As causas naturais para justificar a fome são: clima; seca; inundações; pragas de insetos, as enfermidades das plantas e a instabilidade politica. A região mais afetada é o nordeste, onde a alimentação é precária.
O Governo federal disponiobiliza para familias de baixa renda de todo o Brasil cestas basicas e o programa Fome -Zero que tende a melhorar a situação de cada cidadão nescessitado, dando a eles auxilio na alimentação, saude, educação e assistencia social.
E cada dia que passa vê-mos a miseria e a mortalidade crescer abundantemente por conta da má alimentação.
O que será que o governo faz por essas familias que mal tem onde morar? Qual seria seu papel nessas horas?
Em uma cena do filme "GARAPA" a mãe desisperada fala: - O que eu tenho aqui pra comer? - É feijão que ganhei em uma cesta básica que o governo mandou pra gente, ai a gente coloca no fogo pra cozinhar e dá para as crianças comer mesmo sem cozinhar direito, mais fazer o que? Não temos outra coisa pra comer tem que ser isso mesmo.
Para cada familia composta por mais de 5 pessoas o governo manda uma cesta basica simples composta por: arroz, feijão, açucar , leite entre outros...Que duram no maximo 12 dias tendo que sustentar 6 familias em um mês.
Algumas pessoas afirmam que se não fosse o fome zero, eles nao comeriam todos os dias e que seria mais dificil o sustento.
Afirmam tambem que desejam sempre melhoras, porque está complicado para viver.
Uma cesta basica boa, deveria conter o dobro de alimentos pois são muitas bocas para sustentar, e deveria ter produtos para a higiene pessoal.
Já que o programa fome-zero é para melhoria de vida da população pobre, o governo deveria fazer que funcionasse corretamente, aprimorando todos os direitos humanos e fazendo com que a mortalidade diminua mais.
E todos posssam se alimentar corretamente, e ter uma saude boa.

(Bruna Nascimento - redação pré ENEM)