Queria dizer que depois de um ano eu voltei, queria dizer também que em um ano eu mudei,
mudei cabelo, mudei de amigos, mudei de emprego, de faculdade, de cardápio, de batom, de estilo e de gosto musical.
Ficar longe as vezes faz bem, revigora, transforma, traz cor e animo ao dia e á vida.
Queria dizer também que em um ano eu estive e estou apaixonada todos os dias pela pessoa do último post, e afirmo com toda a convicção e certeza em um ano ele foi e está sendo O MELHOR ANO DA MINHA VIDA!!!!!!! (vários pontos de exclamação que é pra você ter certeza quando ler.)
Queria deixar bem claro, que ando feliz, ando lendo, ando sorrindo, contente, realizada, cansada, com mais fome e treinando porque eu sou projeto Inverno 2016.
E com a certeza de que cada ano que passar passarei com ele todas as sensações que a vida me proporcionar.
Aloha! Como vai? Tudo certo? Tudo bem? Eu tô de volta!
Bem vindos!! :)
sábado, 8 de fevereiro de 2014
domingo, 13 de janeiro de 2013
Compositor de todo esse amor.
Sempre vai ser você que vai me dar um sorriso de lado e me deliciar na sua simpatia espontânea; nesse jeito de fazer as coisas meio erradas, meio certas demais; nessa cumplicidade e na forma com que o teu abraço me engloba e me deixa sem escapatória; no jeito que me olha como se quisesse me pedir alguma coisa, talvez pra não ir, não sair de onde estou, não agir diferente com você, com nós dois; a maneira que roça tua barba no meu pescoço pra arrancar um gemido abafado no teu ouvido. Vai ser sempre você que me faz te querer de uma maneira que nem eu mesma posso entender. Entende?
Mais uma página ...
Mais uma página do mesmo livro
Mais uma parte da mesma história
Mais uma telha do mesmo abrigo
Mais uma bênção da mesma glória.
Mais uma parte da mesma história
Mais uma telha do mesmo abrigo
Mais uma bênção da mesma glória.
Mais uma ruga do mesmo riso
Mais uma estrela do mesmo breu
Mais uma cena do mesmo circo
Mais uma face do mesmo eu.
Mais uma estrela do mesmo breu
Mais uma cena do mesmo circo
Mais uma face do mesmo eu.
A gente vive a história, vive a gente
Vive a história , vive a gente.
Vive a história , vive a gente.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Tantos amigos. Tantos lugares. Tantas frases e livros e sentidos. Tantas pessoas novas. Indo. Vindo. Tenho só um mundo pela frente. E olhe pra ele. Olhe o mundo! É tão pequeno diante de tudo o que sinto. Sofrer dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa(...) Mas agora, com sua licença. Não dá mais para ocupar o mesmo espaço. Meu tempo não se mede em relógios. E a vida lá fora, me chama.
domingo, 25 de março de 2012
Enfim resolvi viver, e me desprender do que me leva para o sentido contrário, do óbvio, do fácil, do precário, e até mesmo do lugar errado.
Durante tempos o anoitecer me causou calafrios, sempre me senti com as mãos atadas, apavorado, pois sabia que no dia seguinte tudo continuaria como estava.
Não queria que as coisas mudassem, eu queria mudar. Não pretendia ser mais um que tem seus sonhos estraçalhados e encaixotados dentro de si. Eu queria, ou melhor, eu quero ser eu, poder falar do que sinto, poder fazer o que gosto, chorar, sorrir, quero viver.
Já fui taxado de maluco, sonhador, chato, depressivo, bonzinho, engraçado, e por ai vai. Adjetivos nunca faltaram, adjetivos que na maioria das vezes não correspondiam ao que sentia realmente ser, ou ao real momento o qual estava vivendo.
Acho que na verdade não queria enxergar a instabilidade, eu queria às vezes poder escrever a mesma autobiografia em capítulos diferentes da minha vida, e ao mesmo tempo quero ser um personagem diferente a cada capítulo.
Hoje em dia, ao anoitecer continuo sabendo que o dia seguinte continuará do mesmo jeito, mas sinto que algo dentro de mim está mudando constantemente, é como se fosse um liquidificador, misturando vontade de viver, vontade de sentir novos sabores, e me sinto muito livre com essa sensação.
Consigo ver belezas em coisas pouco notáveis, consigo sentir o vento passear pelo meu rosto num final de tarde, me emociono ao ver o quanto uma mãe consegue amar um filho, mesmo não sendo correspondida a altura, e finalmente, aos poucos consigo acreditar que é nas coisas simples que encontramos os maiores prazeres.
sexta-feira, 16 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
I don’t care

Desisti. E isso é a coisa mais triste que tenho a dizer. A coisa mais triste que já me aconteceu. Eu simplesmente desisti. Não brigo mais com a vida, não quero entender nada. (…) Vou nos lugares, vejo a opinião de todo mundo, coisas que acho deprê, outras que quero somar, mas as deixo lá. Deixo tudo lá. Não mexo em nada. Não quero. Odeio as frases em inglês, mas o tempo todo penso “I don’t care”. Caguei. Foda-se. (…) Me nego a brigar. Pra quê? Passei uma vida sendo a irritadinha, a que queria tudo do seu jeito. Amor só é amor se for assim. Sotaque tem que ser assim. Comer tem que ser assim. Dirigir, trabalhar, dormir, respirar. E eu seguia brigando. Querendo o mundo do meu jeito. Na minha hora. Querendo consertar a fome do mundo e o restaurante brega. Algo entre uma santa e uma pilantra. Desde que no controle e irritada. Agora, não quero mais nada. De verdade. (…) Não quero arrumar, tentar, me vingar, não quero segunda chance, não quero ganhar, não quero vencer, não quero a última palavra, a explicação, a mudança, a luta, o jeito. (…) Quero ver a vida em volta, sem sentir nada. Quero ter uma emoção paralítica. Só rir de leve e superficialmente. Do que tiver muita graça. E talvez escorrer uma lágrima para o que for insuportável. Mas tudo meio que por osmose. Nada pessoal. Algo tipo fantoche, alguém que enfie a mão por dentro de mim, vez ou outra, e me cause um movimento qualquer. Quero não sentir mais porra nenhuma. Só não sou uma suicida em potencial porque ser fria me causa alguma curiosidade. O mundo me viu descabelar, agora vai me ver dormir e cagar pra ele. Eu quis tanto ser feliz. Tanto. Chegava a ser arrogante. O trator da felicidade. Atropelei o mundo e eu mesma. Tanta coisa dentro do peito. Tanta vida. Tanta coisa que só afugenta a tudo e a todos. Ninguém dá conta do saco sem fundo de quem devora o mundo e ainda assim não basta. Ninguém dá conta e… quer saber? Nem eu. Chega. Não quero mais ser feliz. Nem triste. Nem nada. Eu quis muito mandar na vida. Agora, nem chego a ser mandada por ela. Eu simplesmente me recuso a repassar a história, seja ela qual for, pela milésima vez. Deixa a vida ser como é. Desde que eu continue dormindo. Ser invisível, meu grande pavor, ganhou finalmente uma grande desimportância. Quase um alivio. I don’t care.
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