sábado, 8 de fevereiro de 2014

Pra você guardei o amor.

Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir

Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir

Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar

Guardei
Sem ter porquê
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar


Te amo! ♥

Queria dizer, um ano...

Queria dizer que depois de um ano eu voltei, queria dizer também que em um ano eu mudei,
mudei cabelo, mudei de amigos, mudei de emprego, de faculdade, de cardápio, de batom, de estilo e de gosto musical.
Ficar longe as vezes faz bem, revigora, transforma, traz cor e animo ao dia e á vida.
Queria dizer também que em um ano eu estive e estou apaixonada todos os dias pela pessoa do último post, e afirmo com toda a convicção e certeza em um ano ele foi e está sendo O MELHOR ANO DA MINHA VIDA!!!!!!! (vários pontos de exclamação que é pra você ter certeza quando ler.)
Queria deixar bem claro, que ando feliz, ando lendo, ando sorrindo, contente, realizada, cansada, com mais fome e treinando porque eu sou projeto Inverno 2016.
E com a certeza de que cada ano que passar passarei com ele todas as sensações que a vida me proporcionar.

Aloha! Como vai? Tudo certo? Tudo bem? Eu tô de volta!

Bem vindos!! :)

domingo, 13 de janeiro de 2013

Compositor de todo esse amor.



É por você que eu me deixo levar até quando as minhas convicções são inabaláveis. Eu fico aqui com essa cara de boba olhando o relógio de cinco em cinco minutos e me permitindo vestir essa fantasia de alegre, de inocente, de esperançosa, de mulher que ama.
Sempre vai ser você que vai me dar um sorriso de lado e me deliciar na sua simpatia espontânea; nesse jeito de fazer as coisas meio erradas, meio certas demais; nessa cumplicidade e na forma com que o teu abraço me engloba e me deixa sem escapatória; no jeito que me olha como se quisesse me pedir alguma coisa, talvez pra não ir, não sair de onde estou, não agir diferente com você, com nós dois; a maneira que roça tua barba no meu pescoço pra arrancar um gemido abafado no teu ouvido. Vai ser sempre você que me faz te querer de uma maneira que nem eu mesma posso entender. Entende?

Mais uma página ...

Mais uma página do mesmo livro
Mais uma parte da mesma história
Mais uma telha do mesmo abrigo
Mais uma bênção da mesma glória.
Mais uma ruga do mesmo riso
Mais uma estrela do mesmo breu

Mais uma cena do mesmo circo
Mais uma face do mesmo eu.
A gente vive a história, vive a gente
Vive a história , vive a gente.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Tantos amigos. Tantos lugares. Tantas frases e livros e sentidos. Tantas pessoas novas. Indo. Vindo. Tenho só um mundo pela frente. E olhe pra ele. Olhe o mundo! É tão pequeno diante de tudo o que sinto. Sofrer dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa(...) Mas agora, com sua licença. Não dá mais para ocupar o mesmo espaço. Meu tempo não se mede em relógios. E a vida lá fora, me chama.

domingo, 25 de março de 2012

Enfim resolvi viver, e me desprender do que me leva para o sentido contrário, do óbvio, do fácil, do precário, e até mesmo do lugar errado.
Durante tempos o anoitecer me causou calafrios, sempre me senti com as mãos atadas, apavorado, pois sabia que no dia seguinte tudo continuaria como estava.
Não queria que as coisas mudassem, eu queria mudar. Não pretendia ser mais um que tem seus sonhos estraçalhados e encaixotados dentro de si. Eu queria, ou melhor, eu quero ser eu, poder falar do que sinto, poder fazer o que gosto, chorar, sorrir, quero viver.
Já fui taxado de maluco, sonhador, chato, depressivo, bonzinho, engraçado, e por ai vai. Adjetivos nunca faltaram, adjetivos que na maioria das vezes não correspondiam ao que sentia realmente ser, ou ao real momento o qual estava vivendo.
Acho que na verdade não queria enxergar a instabilidade, eu queria às vezes poder escrever a mesma autobiografia em capítulos diferentes da minha vida, e ao mesmo tempo quero ser um personagem diferente a cada capítulo.
Hoje em dia, ao anoitecer continuo sabendo que o dia seguinte continuará do mesmo jeito, mas sinto que algo dentro de mim está mudando constantemente, é como se fosse um liquidificador, misturando vontade de viver, vontade de sentir novos sabores, e me sinto muito livre com essa sensação.
Consigo ver belezas em coisas pouco notáveis, consigo sentir o vento passear pelo meu rosto num final de tarde, me emociono ao ver o quanto uma mãe consegue amar um filho, mesmo não sendo correspondida a altura, e finalmente, aos poucos consigo acreditar que é nas coisas simples que encontramos os maiores prazeres.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Já me fiz, já me refiz passei por essa etapa uma trezentas vezes na minha vida. Mas agora chega! ... Passei deixar por fazer.

quinta-feira, 15 de março de 2012

I don’t care


Desisti. E isso é a coisa mais triste que tenho a dizer. A coisa mais triste que já me aconteceu. Eu simplesmente desisti. Não brigo mais com a vida, não quero entender nada. (…) Vou nos lugares, vejo a opinião de todo mundo, coisas que acho deprê, outras que quero somar, mas as deixo lá. Deixo tudo lá. Não mexo em nada. Não quero. Odeio as frases em inglês, mas o tempo todo penso “I don’t care”. Caguei. Foda-se. (…) Me nego a brigar. Pra quê? Passei uma vida sendo a irritadinha, a que queria tudo do seu jeito. Amor só é amor se for assim. Sotaque tem que ser assim. Comer tem que ser assim. Dirigir, trabalhar, dormir, respirar. E eu seguia brigando. Querendo o mundo do meu jeito. Na minha hora. Querendo consertar a fome do mundo e o restaurante brega. Algo entre uma santa e uma pilantra. Desde que no controle e irritada. Agora, não quero mais nada. De verdade. (…) Não quero arrumar, tentar, me vingar, não quero segunda chance, não quero ganhar, não quero vencer, não quero a última palavra, a explicação, a mudança, a luta, o jeito. (…) Quero ver a vida em volta, sem sentir nada. Quero ter uma emoção paralítica. Só rir de leve e superficialmente. Do que tiver muita graça. E talvez escorrer uma lágrima para o que for insuportável. Mas tudo meio que por osmose. Nada pessoal. Algo tipo fantoche, alguém que enfie a mão por dentro de mim, vez ou outra, e me cause um movimento qualquer. Quero não sentir mais porra nenhuma. Só não sou uma suicida em potencial porque ser fria me causa alguma curiosidade. O mundo me viu descabelar, agora vai me ver dormir e cagar pra ele. Eu quis tanto ser feliz. Tanto. Chegava a ser arrogante. O trator da felicidade. Atropelei o mundo e eu mesma. Tanta coisa dentro do peito. Tanta vida. Tanta coisa que só afugenta a tudo e a todos. Ninguém dá conta do saco sem fundo de quem devora o mundo e ainda assim não basta. Ninguém dá conta e… quer saber? Nem eu. Chega. Não quero mais ser feliz. Nem triste. Nem nada. Eu quis muito mandar na vida. Agora, nem chego a ser mandada por ela. Eu simplesmente me recuso a repassar a história, seja ela qual for, pela milésima vez. Deixa a vida ser como é. Desde que eu continue dormindo. Ser invisível, meu grande pavor, ganhou finalmente uma grande desimportância. Quase um alivio. I don’t care.

domingo, 29 de janeiro de 2012


Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Aprendi também que por mais que você queria muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer. Eu que gritei para tantas pessoas ficarem, hoje só quero mesmo é que elas sumam de uma vez por todas. E em silêncio, que é pra ninguém ter porque se lamentar.
Já estou eu em mais uma mesa com risos pela metade. Olho pro lado e sinto uma saudade imensa, doída, desesperançada e até cínica. Saudade de alguma coisa ou de alguém, não sei. Talvez de mim, de algum amor verdadeiro que durou um segundo… Meus amigos me adoram. Mas será que eles sabem que se eu estou morrendo de rir agora, mas daqui a pouco vou morrer de chorar? E isso 24 horas. E eu, mais uma vez, olho para o lado morrendo de saudade dessa coisa que eu não sei o que é. Dessa coisa que talvez seja amor. Odeio todos os amores baratos, curtos e não amores que eu inventei só para pular uma semana sem dor. A cada semana sem dor que eu pulo, pareço acumular uma vida de dor. Preciso parar, preciso esperar. Mas a solidão dói e eu sigo inventando personagens. Odeio minha fraqueza em me enganar. Eu invento amor, sim e dói admitir isso. Mas é que não aguento mais não dar um rosto para a minha saudade. É tudo pela metade, ao menos a minha fantasia é por inteiro.. enquanto dura. No final bruto, seco e silencioso é sempre isso mesmo, eu aqui meio querendo chorar, meio querendo mentir sobre a vida até acreditar. E aí eu deito e penso em coisas bonitinhas. E quando vou ver, já dormi.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O problema não é o clima. Não me importa se é verão ou inverno, o que define minha tristeza é sua ausência. Com você aqui, sou feliz mesmo chovendo.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012


Ando bem, mas um pouco aos trancos. Como costumo dizer, um dia de salto sete, outro de sandália havaiana.

E a ti, desejo toda a felicidade. Desejo filmes sob um cobertor e beijos sob a luz das estrelas. Desejo café da manhã em tua cama e companhia para assistires teus programas favoritos. Desejo-te um alguém a te esperar no portão e dizer que vêm sentindo tua falta nos dias que longe estiveres. Desejo a ti amor correspondido, e tudo mais de bom que a vida poderá lhe oferecer. Quanto a mim, não venha a preocupar-se, tenho apenas um desejo; que seja eu, esta pessoa que virá a compartilhar uma vida ao teu lado.

...



Confesso que ando muito cansado, sabe? Mas um cansaço diferente… um cansaço de não querer mais reclamar, de não querer pedir, de não fazer nada, de deixar as coisas acontecerem. Confesso que às vezes me dão umas crises de choro que parecem não parar, um medo e ao mesmo tempo uma certeza de tudo que quero ser, que quero fazer. Confesso que você estava em todos esses meus planos, mas eu sinto que as coisas vão escorrendo entre meus dedos, se derramando, não me pertecendo. Estou realmente cansado. Cansado e cansado de ser mar agitado, de ser tempestade… quero ser mar calmo. Preciso de segurança, de amor, de compreensão, de atenção, de alguém que sente comigo e fale: “Calma, eu estou com você e vou te proteger! Nós vamos ser fortes juntos, juntos, juntos.” Confesso que preciso de sorrisos, abraços, chocolates, bons filmes, paciência e coisas desse tipo. Confesso, confesso, confesso. Confesso que agora só espero você.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Anjo ♪

http://www.youtube.com/watch?v=l-aNJTY6JtM

Eu tenho hum anjo
Ela nao EUA nenhuma asa
Ela EUA hum Coração
Que PoDE derreter O meu
Ela EUA Um Sorriso
Que me FAZ Querer cantar
Ela me Dá Presentes
Só com uma Presença SUA
Ela me da Que Tudo
Eu poderia desejar
Ela me da beijos
Só pra voltar Por Casa

Ela PoDE Fazer anjos
Vi ISSO com Meus próprios Olhos
Tome Cuidado
Quando tiver hum bom Amor
Por quê Os Anjos
Vão continuar '
Si multiplicando

Mas VOCÊ está offline Tão ocupada
mudando o Mundo
Só Um Sorriso
PoDE Mudar TODO O meu
NÓS dividimos uma alma MESMA
Oh, oh, oh, oh, ohhh
NÓS dividimos uma alma MESMA
Oh, oh, oh, oh, ohhh
NÓS dividimos uma alma MESMA
Oh, oh, oh, oh, ohhh
Oh, oh, oh, oh, ohhh
Umm, umm, umm, uhhhhhhmm
Ter um amor seria importante, mas se você não conseguiu, se a vida não deu, ou ele partiu sem o menor pudor, invente um.

Preciso dizer agora. Preciso dizer nesse momento. Preciso muito. Fale agora ou cale-se para sempre.

A gente podia ter tido mais calma. Podíamos ter ido mais devagar. Deveríamos ter segurado a onda e medido as palavras. A gente tinha que ter tentado controlar a raiva para não magoar o outro. Nossos passos tinham que ter sido exatos, nossos tropeços eram pra significar NADA perto daquilo que estava começando a ser algo especial e único. Erramos feio. Falamos demais e agimos de menos. Magoamos demais e amamos de menos. Gritamos demais e fomos sensíveis de menos. Lutamos demais e nos entregamos de menos. Relutamos e tivemos medo demais e nos apaixonamos de menos. Erramos feio (again). Tudo que não era pra ser feito fizemos em dobro. E o que era pra ser…bem, ficamos no saldo devedor. No vermelho.

Fomos burros demais e inteligentes de menos.

A gente podia ter tido uma história linda. Mágica, pura, sem cobranças, cheia de respeito, livre, saudável e deliciosa como o barulho da chuva. Era pra ter sido amor.

Pronto, falei.

Falei agora. Mas vais te calar pra sempre.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011



Não me deem formulas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração. Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Eu me apaixono mesmo, eu sou intenso mesmo, eu me fodo mesmo, às vezes eu ferro as pessoas mesmo. Tudo é bom, tudo é vazio, tudo é bom de novo. Viver é um absurdo e não dá pra passar por isso tão ileso.